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PessoALL,

A exemplo dos anos anteriores, eu estou organizando e promovendo a campanha para o Natal da ONG Alquimia – Projeto Social que auxilia crianças carentes (idade entre 3 e 14 anos) da região do Campo Belo / Jardim Aeroporto.
O Objetivo da campanha é encontrar “Padrinhos ou Madrinhas” para as crianças da ONG. O apadrinhamento consiste em presentear uma criança com uma sacolinha contendo os itens conforme descrito abaixo:

· 01 roupa (conjunto completo: bermuda e camiseta /ou vestido /ou camisa e calça, etc…)
· 01 par de sapatos (tênis, ou sapato, ou sandália, etc…)
· 01 brinquedo;

Para participar da campanha é muito simples:

Envie um email para: NEO.POSTERO@GMAIL.COM confirmando seu interesse e também a quantidade de crianças que você deseja apadrinhar. Eu responderei o email com os dados da(s) criança(s): Nome, idade, tamanho da roupa e do calçado.

As sacolinhas deverão ser entregues aos organizadores (neste caso, eu :D ) até o dia 03/12/2011, no endereço combinado por email.

Observações:
# Para aqueles de quiserem conhecer um pouco sobre o trabalho da ONG Alquimia e para ver as fotos das festas dos Natais anteriores acesse o site: http://www.alquimiaong.com.br
# Importante: a festa de Natal deste ano acontecerá na sede da ONG no dia 17/12/2011. Venha prestigiar e auxiliar com as atividades deste dia basta – basta comparecer (o horário, da festa será divulgado mais próximo da data).

Obrigada pelo carinho e apoio para a realização deste trabalho!

Vamos combinar?

As máximas: “Nós somos resultado das nossas escolhas” e “Nós colhemos o que plantamos” são verdadeiras. Eu arrisco dizer que é a lei natural da vida. Eu entendo que as vezes o resultado não está alinhado com as nossas expectativas, mas a explicação é simples e dolorosa: Nós não pensamos e/ou planejamos direito!

Há um outro fator incontrolável para nós que se chama: o outro. E se não fosse o outro, tudo seria perfeito, não é?! Errado!

O outro é a poesia ou a tragédia da vida… é o tempero que nos permite viver o “inesperado”. Para alguns o outro pode ser a tal sorte, a providência divina, o destino, ou mesmos os pobres mortais que por aqui andam e que os responsabilizamos pela nossa felicidade.

Para o caminho do que é certo: Você já viu alguém ganhar na Mega Sena sem jogar? Deus ajudar quem fica sentado só esperando? Alguém ter algo sem trabalhar? Uma pessoa ter uma família linda e unida sem cuidar? Encontrar oportunidades sem estar preparado e se arriscar?

Tanto eu quanto a maioria das pessoas não são exemplos a serem seguidos… pois todos nos cometemos erros. No entanto todos nós podemos ter algo que sirva de inspiração para alguém… Eu ouço, leio e assisto coisas inspiradoras todos os dias, mas isso faz parte da minha filosofia de vida: sempre buscar o lado bom das coisas, tentar acertar e quando errar, sofrer, aprender, levantar e continuar tentando…

Não fique filosofando sobre o fato mundo ser cruel e reclamando da própria sorte! Se você escolhe seu caminho, a crueldade é sua. Então não reclame e por favor não inveje!

Sentar sobre suas conquistas e riquezas e lamentar o fato de não ter tempo para empinar pipa com os filhos é só uma questão de escolha! Veja bem, esta é uma analogia, mas poderia ser o exemplo contrário. O segredo está nos seus valores e o equilíbrio entre eles e o todo o resto do que a vida pode oferecer.

Então vamos combinar?

Não inveje o outro, o que ele é, o que ele tem, o que ele sabe, o que ele pode, o que ele faz, o que ele disse… 

Inspire-se! Pense sobre seus valores! Escolha o caminho do que é certo! Trabalhe! Conquiste! Aprenda com os erros! Tente e continue tentando! Mude a direção! Compartilhe com os seus amigos! Arrisque-se! Viva intensamente pequenos momentos, de amor ou de dor! Reaja! Vai a luta!

Fácil falar, difícil fazer… mas esta é a triste razão de algumas pessoas ficarem olhando pela janela e invejando sua vida: falta de coragem de enfrentar o que é difícil.

Autor: Monica Keiko Korosue

Hoje fui surpreendida com um texto sobre casamento… não a festa mas sim a experiência de se dividar uma vida com alguém.

Eu sempre acreditei que a admiração é o segredo de uma relação, mas para cada indivíduo o segredo está diretamente ligado aos seus próprios valores e no fim das contas o difícil é achar um par que compartilhe desses valores tornando o caminho menos difícil.

♥ É maravilhoso quando você tem um bom parceiro para atravessar a vida ao seu lado.

Segue abaixo o tal texto…
 Tênis ou Frescobol 

Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.

Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual concordo inteiramente. Dizia ele: ‘Ao pensar sobre a possibilidade do casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: ‘Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?\’ Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.’

Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no filme O império dos sentidos. Por isso, quando o sexo já estava morto na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa, conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é ficar repetindo o tempo todo: ‘Eu te amo, eu te amo…’ Barthes advertia: ‘Passada a primeira confissão, ‘eu te amo\’ não quer dizer mais nada.’ É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia Prado: ‘Erótica é a alma.’

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos…

A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…

Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à espera do momento certo para a cortada. Camus anotava no seu diário pequenos fragmentos para os livros que pretendia escrever. Um deles, que se encontra nos Primeiros cadernos, é sobre este jogo de tênis:
‘Cena: o marido, a mulher, a galeria. O primeiro tem valor e gosta de brilhar. A segunda guarda silêncio, mas, com pequenas frases secas, destrói todos os propósitos do caro esposo. Desta forma marca constantemente a sua superioridade. O outro domina-se, mas sofre uma humilhação e é assim que nasce o ódio. Exemplo: com um sorriso: ‘Não se faça mais estúpido do que é, meu amigo\’. A galeria torce e sorri pouco à vontade. Ele cora, aproxima-se dela, beija-lhe a mão suspirando: ‘Tens razão, minha querida\’. A situação está salva e o ódio vai aumentando.’

Tênis é assim: recebe-se o sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem ganha sempre perde.

Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o amor… Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…(O retorno e terno, p. 51.)

[desconheço o Autor(a)]

Felicidade?

 

Minimamente Feliz

A felicidade é a soma das pequenas felicidades.
Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento,
que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar.
Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.
Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo.
Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho
(que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida),
tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood,
não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas.
Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar,
um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir.
São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem
alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática.
‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!)
ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava,
tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural:
‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos
Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular:
‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade.
Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.

Uma empresária me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa.
Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu.
‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes,
a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas:
que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas
e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos.

E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’.
Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’,
‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’,
Tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje.
Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido?
Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes;
ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos.
E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias
é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos.
Que digam.

Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Leila Ferreira, jornalista

Minha opinião sobre este texto:

É um texto bonito mesmo... e é a mais pura verdade! Felizes juntos, separados, sozinhos, com muito, com pouco... mas felizes! Não importa.
O slogan do Pão de Açúcar é um mantra que repito diariamente: O que faz você feliz?
No dia de hoje eu poderia responder...
... acordar atrasada
... tomar café da manhã com o maridão “bem humorado”
... escutar ele contar o resumo da novela que eu não assisti!
... andar de salto alto a caminho do metrô em um dia ensolaradamente lindo.
...chegar no escritório e ler este lindo email!
Coisas simples! Pequenos acontecimentos que me fizeram feliz.
Quem busca a felicidade eterna e plena, está se enganado e perdendo momentos maravilhosos da vida!
Já dizia o ditado: “ não há mal que perdure e nem dor que não se cure.”

Assim como o vinho, o sabor do azeite também varia bastante conforme sua origem e os métodos de produção utilizados. Os especialistas conseguem perceber no óleo notas de amargo, picante ou frutado. Mas a principal diferença está no seu efeito à saúde. Por isso, siga algumas dicas na hora da compra.
- Prefira o tipo extravirgem, que não é refinado ou misturado a outros óleos e, por isso, conserva melhor as propriedades saudáveis da azeitona.
- Fique de olho no grau de acidez: os melhores azeites têm baixa acidez, de até 0,5%. Isso significa que a coleta e o processamento das azeitonas foram bem realizados.
- Verifique a data de fabricação e validade. Quanto mais fresco e jovem, mais perfumado e saboroso é o azeite. Evite os que tenham sido fabricados há mais de um ano e meio.
- Escolha óleos fabricados em países consagrados pela alta qualidade de suas azeitonas, como Espanha, Itália e Grécia.
- Procure no rótulo a informação sobre o processo de extração do óleo. Se encontrar a expressão “extraído a frio”, leve-o. É sinal de que a azeitona foi colhida à noite e, assim, conservou melhor suas propriedades nutricionais.
-
Decida pela embalagem. Garrafas escuras protegem mais o conteúdo, pois azeites oxidam com calor e claridade (por isso, recomenda-se guardá-lo em local fresco e ao abrigo da luz)

Um toque especial:
Aprenda a fazer um delicioso azeite com ervas e use-o no preparo de aves, peixes e saladas.
Em uma garrafa de vidro limpa e seca, coloque 2 xícaras (chá) de azeite extravirgem e junte: 1 colher (chá) de pimenta-do-reino em grãos, 1 folha de louro, 2 ramos de dill, 2 ramos de manjericão, 2 ramos de tomilho bem lavados e 1 colher (café) de raspas de casca de limão siciliano. Feche bem a garrafa, coloque-a em uma panela com água fervente e deixe em fogo baixo por 30 minutos. Retire, espere esfriar e guarde em local fresco e protegido de luz. Coe antes de utilizar.

Dica esperta: Presenteie familiares e amigos com o azeite temperado. É sucesso garantido!

(desconheço o autor, texto recebido de um amigo e postado para armazenar a dica)

Post by Andréa Senigália:
 
Mulheres odeiam, homens odeiam, pessoas sensatas ODEIAM desperdício de comida.Em um país como o Brasil, onde até o governo “luta” para erradicar a fome com a Bolsa-Miséria, ops.. quis dizer, com a Bolsa-Família, alguns restaurantes tradicionais em São Paulo estão indo na contra-mão.

No dia 18/02/2011 (sexta-feira), minha amiga Mônica junto com o marido foram almoçar em um dos restaurantes mais tracionais de São Paulo, o Bolinha, famoso por sua feijoada, diga-se de passagem, com preço exorbitante (aos sábados você paga R$85,00 por cabeça).

Ao término da refeição ela pede ao garçom que embrulhe o que sobrou (veja na foto, NÃO FOI POUCA COMIDA NÃO) para levar embora*.

*Apesar de não ser elegante, é super comum que pessoas conscientes façam isso e antes que alguém fale qualquer coisa, você paga pela comida e se quiser levar embora, o DIREITO É SEU, desde que não esteja escrito em lugar nenhum que é proibido. Afinal, se você pagou pela comida, isso não é nenhum favor.

Muita gente que eu conheço, pede o marmitex ao final do almoço e acaba entregando para alguém na rua, com fome.

Para ler na íntegra acessem:  http://www.mulheresodeiam.com.br/2011/02/18/feijoada-bolinha-incoerencia-desperdicio/

Que te olho muito profundamente. Desculpa, Tudo que vivi foi profundamente
 
Eu te ensinei quem sou…
E você foi me tirando…
Os espaços entre os abraços,
Guarda-me apenas uma fresta.
Eu que sempre fui livre,
Não importava o que os outros dissessem.
Até onde posso ir para te resgatar?
Reclama de mim, como se houvesse a possibilidade…
De me inventar de novo.
Desculpa…se te olho profundamente,
Rente à pele…
A ponto de ver seus ancestrais…
Nos seus traços.
A ponto de ver a estrada…
Muito antes dos seus passos.
Eu não vou separar as minhas vitórias
Dos meus fracassos!
Eu não vou renunciar a mim;
Nenhuma parte, nenhum pedaço do meu ser
Vibrante, errante, sujo, livre, quente.
Eu quero estar viva e permanecer
Te olhando profundamente.”
 
É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre
 
É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
 
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Eu não sei parar
De te olhar
 
É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
 
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
 
Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Eu não sei parar…de te olhar
Eu não sei parar…de te olhar

|<o>| “…honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e
governar para todos…” (Dilma Rousseff – Presidente do Brasil
#Brasil

Boa sorte, amada República Federativa do Brasil

Há determinadas mensagens que, de tão interessante, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer. E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

“Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO”

Max Gehringer

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